CASAL DE BOLICHEIROS FAZ HISTÓRIA
Enviado em 4 de Junho de 2008
Publicado por Bira Teodoro | Enviar por e-mail
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E continuam as histórias sobre os bons velhinhos…
Depois da morte do bolicheiro mais velho do mundo , do perfeito 300 velho e cego! e da simpática senhorinha jogadora de boliche que quebrou o recorde mundial de participação consecutiva (62 anos) num campeonato de boliche, eis que surge outra feliz história da terceira idade.
Casados por 71 anos, Flossie e Al Duffey da cidade de Osage, Kansas, sempre compartilharam uma vida de experiências e boas lembranças. E acrescentaram mais uma para a extensa lista, ao participarem juntos do USBC Open Championship, no final do mês de maio.
Os dois jogam boliche juntos por mais de 50 anos, mas sempre na terra natal. Somente agora ao completarem 95 anos de idade cada um, resolveram participar do USBC Open Championship.
E fizeram história como o mais idoso casal (190 anos) até hoje a disputar esse evento.
Ou, quem sabe, qualquer outro campeonato no mundo.
Olha eles aí… trajando um elegante figurino de bolicheiro

Caro Bira, em Janeiro estive em Las Vegas e Miami e fui à pelo menos 7 boliches e o que vi lá ( já tinha visto isto antes tbém ) foi espantador.
Primeiro que todos os boliches ( o menor com 60 pistas ) estavam com mais de 70% das pistas ocupadas.
Um número sem fim de crianças de escolas, muitas até de baixa renda, crianças que não teriam condições alguma de frequentar com sua família, aí me lembrei do trabalho do Décio.
Em outro, havia um senhor que não devia ter menos de 80 anos, com uma dificuldade enorme até para caminhar, que ia se apoiando em uma bengala, nas mesas, cadeiras e no retorno de bolas até chegar na linha de falta, parava por ali e sua companheira lhe entregava a bola apenas para ele fazer o arremesso e ele aguardava novamente no mesmo lugar para jogar a segunda bola.
Nesse momento pensei em duas coisas, primeiro lembrei do meu GRANDE e ESTIMADO AMIGO MÁRCIO VIEIRA com aquelas dores nas costas ( he, he, he… desculpa Negão ) e em segundo lugar, como nós estamos séculos atrás deles.
Abraço
Caro amigos Issa, Bira e Décio.
Em primeiro lugar louvo o trabalho do Décio Abreu, quem dera outros copiem a idéia.
Não precisamos ir tão longe (EUA) para termos um exemplo.
Alguem já ouviu falar num país de um pouco mais de 6.000.000 de habitantes, chamado El Salvador?
Pois bem, aqui no final do ano passado foram realizados os Jogos Estudantis (crianças com idades entre 10 e 14 anos) e o Boliche faz parte do programa.
Tivemos cerca de 150 participantes (sendo que o total de inscritos foi muito maior, mas devido a logistica do boliche de 24 pistas não foi possível atender).
Cada criança pagou US$ 0,50 por linha, sendo que o resto do valor da linha (US$ 1,50) foi subsidiado pela iniciativa privada, que esteve presente no torneio. A federação quis cobrar este valor das crianças, para justamente valorizar o torneio, e não ir simplesmente por que é de graça.
O Boliche lotava todos os sábados pela manhã, com pais, parentes, torcidas de escola, uma coisa muito legal de se ver.
E para finalizar com medalha de ouro, as finais tiveram a presença do Canal 4 (TV Local). Imaginem o orgulho da criançada em aparecer na TV dando entrevista.
Bem, somos mais de 180.000.000 de habitantes no Brasil, temos uma Confederação, inúmeras Federações, e vários centros de boliche (mesmo os de cordinha), está mais do que na hora de acordarmos e seguirmos os exemplos, e não precisa ser somente dos EUA.
Abraços a todos.